terça-feira, 8 de abril de 2008

Lebensmittel, Gemüse, Orbst, Textile: na minha mão é mais barato!

Na minha opinião, o melhor de qualquer cidade sempre é sua culinária.

A pizza paulistana, a galinha matada na hora e feita com batatas em Cristina e... e... e... o bolinho caipira das quermesses de São José (acho que o arroz carreteiro é uma comida típica de lá)... de lá e de metade das cidades do Vale.

Mas este que vos escreve não está aqui para contar sobre as iguarias dos trópicos. No máximo de como elas chegam às terras temperadas da Germânia oriental.

Chegam de várias parte do mundo: a maioria das frutas, como os morangos, e uvas chegam de Espanha e frutas trópico-equatoriais (como as bananas que desfruto neste momento) vem do Equador - na verdade só conheci essas duas fontes dos hortifrutigranjeiros à Alemanha. Posso ir a qualquer artigo da Wiki e descobrir o restante, mas descobrir aos poucos pela vivência, é mais interessante.

E como comprar tudo isso? Claro, tem os mercadinhos de bairro, os supermercados (não, não tem hiper-ultra-mega-blaster-mercado aqui). Porém, o mais legal: às terças e sextas das "?" às 18h, armam-se as barracas, fazem-se os Börekis (uma massa folhada com carne moída ou queijo) e colocam-se os panos, bolsas, e badulaques à venda.

Coisas como as frutas saem mais caro, mas coisas como tubérculos, algumas verduras, cogumelos e certos tipo queijo se encontra a um preço menor - sem converter, estou fazendo um cálculo por cima e de cabeça de custo, nada científico. Mas confirmo: Berlin é baratíssima.

Uma feira como vemos aí, com todo tipo de gente e gritos em um alemão incompreensível, e outraslínguas mais incompreensíveis ainda. Os feirantes são em sua maioria turcos, não sei se os libaneses e os sírios também tão no pedaço... mas a gritaria e a "chepa" são como nossa...

Mais um não-lugar para a lista.

(continuarei outro momento com a comida por aqui).